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[Oiara]

Oiara 147 edits since 4 de outubro de 2005

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De A Onça e a Diferença

Seja re-bem-vinda!

O AmaZone aguarda intensa participação...

Abrs


EVC



Saudades! Gostarias de dar uma olhada no mito que inseri em Comendo com os olhos? TSL

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Olá! Sobre o que inseriste hoje a respeito dos urubus, em Comendo com os olhos. Bem próxima à variante paumari é aquela tenetehara (estou quase certa), do livro de Wagley e Galvão, que não sei se tem aí, senão posso te arranjar o texto do mito. Você não acha que deveriamos dar uma atenção aos urubus? Lévi-Strauss já assinalou que o ciclo da Viagem ao Céu merecia um volume das mitológicas à parte. E mesmo provável que mereçam um pouco do trato dado a porcos e sucuri... Encantaram-me os olhos azuis do urubu-rei! Os urubus têm mesmo um quê de Brancos: sua louça é de porcelana, registrou Arhem entre os Makuna. Tânia.

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Olá! Te deixei na mesma página o mito yudjá. Não tenho a tese de Nathalie não, e é pena, pois assim não posso ler logo agora. Sobre urubus, vou te dizer: acho que daria para tomá-los como uma pista para explorar o conceito de afinidade potencial e o de perspectiva juntos, em articulação com os sexos (pois isso, aparentemente, ainda tem na Amazônia). Você viu uma proposta do Eduardo no Portal imaginando um encontro sobre perspectivismo? O que achou? Abraços. TSL 22:27, 9 Dez 2005 (UTC)

PS: Sabia que apertando quatro vezes o til daquela tecla superior à esquerda nossa assinatura e a data aparecem? Pois é. Também não sabia.

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Oi Oiara, Tânia

vcs não gostariam de exportar essas narrativas e conversas (a partir das Kafquianas ameríndias da página de discussão de TSL) para outras páginas? Por exemplo para as Páginas Imortais, e também para dentro de algumas das páginas do Solo Etnográfico? Eu acho também que está chegando a hora de a gente dar uma reorganizada na estrutura das pp. do wiki. Talvez desdobrando o Solo Etnográfico (p.ex. em partes “puramente” documentais/citacionais e partes mais conceituais/dialógicas), talvez alocando “tarefas” a voluntários que se disponham a desenvolver/organizar este ou aquele pedaço, talvez também desmembrando as páginas imortais como fizemos com a das epígrafes, etc. TSL e EVC falaram um pouco (em pessoa) sobre isso alguns dias atrás. Além disso - Oiara, você não gostaria de tocar pra frente algum aspecto? Quero dizer, dar a partida em alguma seção, tipo: o bestiário mito-cosmológico do urubu? Tem onça demais nesse wiki, tá na hora do urubu. Depois da sucuri...200.165.233.160


Oiara: Vamos guardar esta tradução para o livro de papel imaginado por Eduardo, ou não? Reproduzo abaixo o resultado da minha leitura do teu esboço. Mas antes,

1. Restituí ‘o sorriso nos lábios’.

2. Compactei, para deixar menos coloquial, pois acho que o coloquial perde toda a força quando dissociado de uma pessoa que narra (a não ser que possamos reencontrá-la). (E também por ser esse estilo muito mais difícil.)

3. Troquei algumas palavras por sinônimos mais fortes, às vezes mais próximos do espanhol. Não estou convencida de “as brasas da desgraça”; não é “carvões”? Nem de “ardendo em chamas”. Isso enSOLece demais o Espírito-Lua.

4. Sobre as chamas, tenho de te contar: a fonte diz: “las llaman le abrazan”, fui eu que troquei o n por um s. Julgue se fiz certo.

5. O espanhol ‘todavía’ não tem nada a ver com ‘pero’, ou tem?

Para o teu deleite: na versão de cercle des feux, entre os seres canibais, destacam-se ninguém menos que os urubus. Se quiseres que eu justifique outras mudanças na tradução, é só perguntar. Abraços. TSL


Querida: A história te pôs em ponto de brasa, é? Desculpe a insistência: Não pode “ardendo em chamas”! Mas sim “as chamas o abraçam”; “abraçado pelas chamas”; “cingido pelas chamas”; “rodeado pelas chamas” — é isso o melhor! Melhor ainda, por restituir com mais força o caráter mágico do caminho, “orlado por chamas”. Só estou me baseando num dicionário para criança de escola, e te peço que me corrija caso necessário. Encontrei o espanhol ‘brasa’ como acepção de ‘carbón’; no brasileiro, isso soaria excêntrico; portanto fiquemos com “carvões da desgraça”. Gostaria de saber por que esse (reflexivo?) “se” em “se había comido todo” (En ese momento Espíritu-Luna acababa de masticar los huesos. Se había comido todo, los huesos y los carbones de leña, restos de la incineración.). O que quer dizer? apenas: “ele tinha comido tudo”? ou “ele tinha se comido todo”? Ou será simplesmente: “tudo tinha sido comido”? A diferença do português ‘todo’ e ‘tudo’ não existe no espanhol, não é? Quanto ao título, fiquemos com festim (mesmo, pois): [Do fr. festin < it. festino.] S. m. 1. Festa particular, ou em família; pequena festa. 2. Banquete. 3. Cartucho (3) sem projetil, usado em tiro simulado: tiro de festim. Abraços. Tânia.TSL 15:37, 16 Dez 2005 (UTC)


Demorei a ver tua resposta (o ok, o idem). Valeu. Abçs. TSL 00:47, 18 Dez 2005 (UTC)


Oi! Espere mensagem amanhã (teremos uma tarde sobre wiki hoje). Abçs. TSL 12:32, 24 Março 2006 (UTC)

Luciana deixou para ti uma mensagem na minha página sobre a criação d'A ciência do urubu. Proponho que façamos a discussão na página de discussão da página nova, para encurtar o caminho. Abçs. TSL 19:38, 25 Março 2006 (UTC)



Apareceste! E eu também! Valeu o link do martim-pescador. Abç. TSL


VIVA! Você não imagina como me emociona saber que me escreveu só dois minutos após o ponto final da tese!!! Cite o AmaZone assim: http://amazone.wikia.com/wiki/Projeto_AmaZone. Precisando, me diga a página de onde extraiu informação que te envio a referência precisa ou completa, com data e tudo! Ela já tem nome? Sei que a leitura será inesquecível, pra mim e pra todos! Um abraço, Tânia


Oi! Não quer AmaZoniar, não? Quando é que vai mostrar Des proies si désirables pra gente? --TSL 00:24, 1 Maio 2007 (UTC)

Cadê o Orfeu? Troco por esse Prometeu: This story tells of a Wari’ man named Hujin who fell into the water and was eaten by the leader of the underworld, a giant who appeared first as an orotopan carnivore and later as a white-lipped peccary (…) In the beginning, Orotopan dominated Hujin and treated him as prey. Eventually, a shaman reached into water and rescued Hujin, but Hujin was obliged to go back underwater every day to be eaten again. (Conklin 2001: 214) — Tânia


Fermentando, é? Tem mais, nela, sobre aquele cauim de peixe (pirarucu, não lembro) que dá pinta em pele de Paumari? Você já deu uma olhada naquela obra (multiautoral) Etnografía Makuna? Imperdível. Pequeninas coisas, ótimas, sobre hierarquia e sobre pensamento. Não vou deixar passar o que nela pintar de urubu. Abraço, TSL 02:45, 8 Maio 2007 (UTC)